Desde sua primeira visita ao ocidente,
em 1973, a reputação de Sua Santidade como acadêmico e homem de paz só fez
crescer, incessantemente. Nos últimos anos, um grande número de universidades e
instituições em todos o mundo têm lhe conferido Prêmios da Paz e títulos de
Doutor Honoris Causa, em reconhecimento pelos seus escritos sobre a filosofia
budista e sua liderança a serviço da liberdade, da paz e da não-violência. Um
desse títulos, o de Doutor, foi conferido pela Universidade de Seattle, em
Washington, EUA.
O seguinte resumo da menção dessa
Universidade reflete a estatura de Sua Santidade: "No reino da mente e
espírito, o senhor se distinguiu na rigorosa tradição das universidades
budistas, alcançando o Grau de Doutor com as mais altas honras, com a idade de
25 anos. No âmbito de assuntos diplomáticos e governamentais, não obstante, o
senhor encontrou tempo para lecionar e registrou de forma escrita seus sutis
insights sobre filosofia e o significado da vida contemplativa no mundo
moderno. Seus livros representam uma contribuição significativa não somente
para o vasto corpo de literatura budista, mas também para o diálogo ecumênico
entre as grandes religiões mundiais. Sua própria dedicação à vida monástica e
contemplativa tem alcançado a admiração não somente por parte dos budistas, mas
também dos meditadores cristãos, incluindo o monge Thomas Merton, cuja amizade
e conversações com o senhor eram extremamente férteis."
Ao apresentar o Prêmio de Direitos
Humanos Congressional Raoul Wallenberg em 1989, o Congressista Americano Tom
Lantos disse: "A luta corajosa de Sua Santidade o Dalai Lama o tem
distinguido como um líder dos direitos humanos e da paz mundial. Seus esforços
contínuos para cessar o sofrimento do povo tibetano através de negociações pacíficas
e reconciliação têm exigido dele enorme coragem e sacrifício."